A descoberta de 2025, sem dúvida. A abertura do quarto disco do quarteto inglês leva a uma dimensão em que o tempo parece dilatado. O ritmo hipnótico (alguém chutou krautrock?) prepara o terreno (e o espírito) para guitarras que oscilam como ondas de calor no horizonte, formando miragens em constante transformação. A música nunca é a mesma. Eu também não.
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